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Licença de Funcionamento·08 de abr. de 2015
Orientação aos Profissionais de Beleza
Os salões de beleza tem um papel fundamental na manutenção da beleza, porém, é um ambiente propício para a contaminação por vírus, bactérias e fungos. Por esse motivo, em 24 de Setembro de 2012, a Equipe de Vigilância Sanitária de Orindiúva, promoveu um encontro com vários…
Os salões de beleza tem um papel fundamental na manutenção da beleza, porém, é um ambiente propício para a contaminação por vírus, bactérias e fungos.
Por esse motivo, em 24 de Setembro de 2012, a Equipe de Vigilância Sanitária de Orindiúva, promoveu um encontro com vários profissionais no intuito de orientá-los sobre os cuidados necessários para se oferecer um serviço de qualidade e segurança tanto para o cliente quanto para o prestador.
Os profissionais presentes, tiveram uma palestra com a Enfermeira da equipe da Vigilância Sanitária Municipal, que orientou sobre os cuidados gerais com a infra-estrutura física, equipamentos e materiais utilizados, processos operacionais, técnicas de higiene, desinfecção, esterilização e maneira correta de dispensar resíduos sólidos. Na oportunidade, houve um esclarecimento sobre a importância do cadastramento dos prestadores de serviço na Vigilância Sanitária, dúvidas sobre taxas e Licença de Funcionamento.
O ponto chave e principal motivo do encontro foi preconizar o uso do Kit Individual para a cliente de manicure/pedicure e a atualização da caderneta de vacinação para os profissionais .
A má higienização e falta de cuidado com objetos de trabalho, são causas de trans-missão de várias doenças como:
üMicoses: Causadas por fungos, atingem principalmente pele e unhas, são transmitidas por meio de toalhas, lençóis, protetores de cadeira e maca, lixas de unha e de pés, entre outros instrumentos. Recomenda-se uso de luvas e cuidados higiênicos específicos para cada material;
Escabiose: Popularmente conhecida como sarna, é causada por um ácaro. Causa lesões e coceira na pele e pode ser transmitida pelo compartilhamento de toalhas, lençóis e protetores de cadeira e de macas que não foram devidamente limpos ou descartados;
Impetigo: Bactérias da própria pele causam esta doença, sobretudo em indivíduos com a saúde debilitada. Ocorrem lesões em forma de bolhas com pus que, se rompem e se tornam feridas. A transmissão pode ocorrer ao se compartilhar materiais contaminados como toalhas, lençóis, protetores de maca e de cadeira, espátulas e outros instrumentais;
Tétano: É causado por uma bactéria extremamente resistente no ambiente por ser em forma de esporo (como se possuísse uma “capa” ao seu redor). Penetra na pele por meio de feridas e atinge o sistema nervoso. É transmitida por instrumentos perfuro cortantes como alicates e tesouras contaminadas;
Pediculose: causada por piolho, pode ocorrer em regiões do corpo com pelos. Gera coceira mais intensa no pescoço e atrás das orelhas. É mais comumente transmitida pelo compartilhamento de escovas, pentes e pincéis, toalhas, lençóis e protetores de cadeiras e macas que não foram devidamente higienizados ou substituídos;
Hepatite B e C: Causadas por vírus que atacam o fígado, podendo levar à insuficiência hepática e até mesmo à cirrose. A hepatite C pode demorar até 30 anos para se manifestar e seu tratamento é demorado, muitas vezes requer transplante de fígado. O vírus da hepatite C pode sobreviver por até 72 horas no material contaminado e sua disseminação se dá por instrumentais contaminados. Agulhas e seringas devem ser descartadas após o uso. Atualmente existe a vacina contra hepatite B, porém não há vacina contra a do tipo C.
HIV: Atinge o sistema de defesa do indivíduo abrindo caminho para que outras infecções se instalem pelo organismo. Também pode ser transmitida por instrumentais perfuro cortantes não esterilizados e contaminados com sangue, ou por agulhas e seringas reutilizadas. É um vírus pouco resistente no ambiente, porém, por se tratar de uma doença incurável, o risco de contaminação deve ser sempre considerado e as normas de esterilização e descarte de materiais seguidas à risca.
http://pt.slideshare.net/Slackmod/orientao-enf-juliana-e-patricia
Escabiose: Popularmente conhecida como sarna, é causada por um ácaro. Causa lesões e coceira na pele e pode ser transmitida pelo compartilhamento de toalhas, lençóis e protetores de cadeira e de macas que não foram devidamente limpos ou descartados;
Impetigo: Bactérias da própria pele causam esta doença, sobretudo em indivíduos com a saúde debilitada. Ocorrem lesões em forma de bolhas com pus que, se rompem e se tornam feridas. A transmissão pode ocorrer ao se compartilhar materiais contaminados como toalhas, lençóis, protetores de maca e de cadeira, espátulas e outros instrumentais;
Tétano: É causado por uma bactéria extremamente resistente no ambiente por ser em forma de esporo (como se possuísse uma “capa” ao seu redor). Penetra na pele por meio de feridas e atinge o sistema nervoso. É transmitida por instrumentos perfuro cortantes como alicates e tesouras contaminadas;
Pediculose: causada por piolho, pode ocorrer em regiões do corpo com pelos. Gera coceira mais intensa no pescoço e atrás das orelhas. É mais comumente transmitida pelo compartilhamento de escovas, pentes e pincéis, toalhas, lençóis e protetores de cadeiras e macas que não foram devidamente higienizados ou substituídos;
Hepatite B e C: Causadas por vírus que atacam o fígado, podendo levar à insuficiência hepática e até mesmo à cirrose. A hepatite C pode demorar até 30 anos para se manifestar e seu tratamento é demorado, muitas vezes requer transplante de fígado. O vírus da hepatite C pode sobreviver por até 72 horas no material contaminado e sua disseminação se dá por instrumentais contaminados. Agulhas e seringas devem ser descartadas após o uso. Atualmente existe a vacina contra hepatite B, porém não há vacina contra a do tipo C.
HIV: Atinge o sistema de defesa do indivíduo abrindo caminho para que outras infecções se instalem pelo organismo. Também pode ser transmitida por instrumentais perfuro cortantes não esterilizados e contaminados com sangue, ou por agulhas e seringas reutilizadas. É um vírus pouco resistente no ambiente, porém, por se tratar de uma doença incurável, o risco de contaminação deve ser sempre considerado e as normas de esterilização e descarte de materiais seguidas à risca.
http://pt.slideshare.net/Slackmod/orientao-enf-juliana-e-patricia
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